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Relatório Único 2012

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O início da entrega Relatório Único, previsto para 16/03, foi adiado, não estando ainda definida nova data.

Passamos a trancrever na íntegra o comunicado no site do GEP.

 

Informação

RELATÓRIO ÚNICO – INÍCIO DO PERÍODO DE RECEPÇÃO

Por constrangimentos vários, o início do período de recepção do Relatório Único será adiado. Mais pormenores serão dados nos próximos dias, fique atento.

Agradecendo desde já a participação no processo de recolha de 2011 com excelentes resultados de resposta, informamos ainda que não se preveem, para este ano de 2012, alterações significativas ao modelo de Relatório Único do ano transacto.

 

Agenda 2012

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Agenda 2012

 
  

A ANTESHT orgulha-se de informar que a edição de 2012, da AGENDA de SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, se encontra concluída e em distribuição.

Sucessora de edições apreciadas e muito procuradas, a edição 2012 apresenta um novo visual, incluindo algumas sugestões que cremos serem mais apelativas, designadamente a brochura que acompanha a agenda, suplemento que também acompanhou a primeira edição e que face à sua elevada procura mereceu a nossa atenção.

Para além do diário anual com referências aos dias e eventos nacionais e internacionais previstos para 2012, do índice de legislação de SST, a identificação e contactos dos organismos nacionais com interesse para o técnico e todos os profissionais que têm na segurança e saúde a sua actividade, uma súmula esquemática sobre a organização de serviços nas empresas, os acidentes de trabalho, as medidas de auto protecção e o Relatório Único. 

Destacamos ainda  o enquadramento legal da profissão de Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho e do perfil Profissional do Técnico Superior e do Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho, bem como o processo de renovação do CAP - Certificado de Aptidão Profissional.

A publicação teve o apoio da ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho, o que permite a sua distribuição gratuita, estando assegurado um exemplar aos associados da ANTESHT.

 
Brochura do Regime Jurídico
 

Agenda 2012

 

Pormenor Agenda

 

Pormenor Agenda - datas

 

Pormenor Agenda - Datas

 

DAT - Dossier de Apoio ao Técnico de SHT

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DAT - Capa e contra-capa

   
Folhas do DAT

Apostando cada vez mais na inovação e procurando sempre ir ao encontro das necessidades do técnico de SHT no exercício das suas funções, a ANTESHT iniciou um novo projecto que consiste na criação de um Dossier de Apoio ao Técnico de SHT (DAT).

Este Dossier é um instrumento de trabalho e consiste num conjunto de fichas, que  visam facilitar a prática diária do exercício das funções inerentes ao técnico de SHT, das quais destacamos, entre outras:

  • Acidente de Trabalho
  • Auditoria
  • Registo de medições

A versão inicial deste dossier, da autoria de Ricardo Rego, foi apresentada aos técnicos de SHT no dia 16 de Março de 2011 no decorrer da Segurex, dia em que a ANTESHT marcou presença num dos eventos paralelos à feira.

O preço de venda ao público é de 25,00 € (28,75 € com portes incluídos).
Para os sócios da ANTESHT o preço é de 20,00 € (23,75 € com portes incluídos).

 
DAT - Acidente de TrabalhoDAT - Registo de MediçõesDAT - Relatórios
 

Inquérito de Satisfação da Ferramenta de Avaliação de Riscos

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Na sequência da colocação online da ferramenta de Avaliação de Riscos, a ANTESHT disponbiliza aqui um Inquérito de Satisfação, para o qual chama desde já a atenção, solicitando a colaboração de todos quantos a ela tiveram acesso e agradecendo o seu preenchimento e devolução.

Estamos certos que com o contributo de todos será possível evoluir este projecto de modo a que se torne uma ferramenta efectiva para todos os técnicos.

 

Formação em Segurança no Trabalho

FORMAÇÃO EM SEGURANÇA NO TRABALHO

Parece existir um equívoco desde a criação da “profissão” de Técnico ou Técnico Superior de Segurança (e Higiene) no Trabalho.

De facto a importância que, neste País, se quer dar à Segurança no Trabalho é visível na forma como, desde o início, se tratou do problema da criação de competências nesta área, área que mexe com a Saúde, com a Integridade Física e com a Vida das pessoas que, para terem direito à subsistência, têm de trabalhar.

Com todo o seu lado negativo que já então possuía este tipo de formação, definiu-se a formação de um Técnico (Superior ou não) como formação profissional! (formação profissional é destinada a pessoas que já exercem uma actividade profissional e pretendem desenvolver as suas capacidades). Abdicou-se de uma formação técnico-científica que estaria ajustada para a complexidade das actividades de SHT para se optar por um facilitismo promovido pela necessidade de utilização de fundos estruturais europeus?

Nada nos move contra a formação profissional. Esta é absolutamente necessária, no seu contexto próprio, com os seus objectivos, e deve ser incentivada na formação dos nossos trabalhadores e não apenas para se fazer número de horas para publicitação, sem qualquer avaliação.

A Lei tem sido muito profícua em falar em situações e profissionais aos quais dedica formação específica em SHT: Técnicos (apenas no documento inicial); trabalhador designado (!); Trabalhador representante; Representante dos Trabalhadores. Curioso que não tem existido preocupação com a evolução da preparação dos Técnicos de SHT, mantendo o enfoque em figuras que, não se podendo dizer que são secundárias, são certamente profissionais dependentes da capacidade dos Técnicos. Porque é aqui que está o cerne da Segurança no Trabalho. Por mais democratização que se queira introduzir nesta área, a capacidade técnica tem de existir e é o suporte de tudo.

Não se percebe, também, como não existe ainda uma capacidade técnica de desenvolvimento e avaliação da formação dos Técnicos (e dos outros) e tudo se passe ainda de forma mais ou menos administrativa. A entidade reguladora desta área deveria ter já desenvolvido a sua capacidade técnica de forma a criar/validar/reconhecer, de forma ajustada, a diversificada formação em SHT.

Maior preocupação existe quando essa formação se destina aos Técnicos que se debatem no terreno com enormes preocupações de actualização e especialização de conhecimentos (que não do CAP) e não possuem qualquer informação sobre as ofertas que possam existir.

A formação contínua dos Técnicos é algo imprescindível, mas uma formação com qualidade, que possa ser avaliada nos seus conteúdos técnicos (não apenas logísticos) e que os possa preparar para as dificuldades com que, todos os dias, se debatem nos locais de trabalho.

É esta formação, apenas ministrada por entidades de ensino superior com reconhecida capacidade técnica para tal, que deve ser incentivada, apoiada, promovida de forma a que a Segurança não seja apenas uma bandeira, que se agita quando convém, mas, mais que uma cultura, um estado de espírito, um gesto natural em quem decide, em quem executa, em quem orienta.

A Saúde, a Integridade Física e a Vida são direitos constitucionais, mas, mais que isso, são direitos naturais.

 

Ferramenta de Avaliação de Riscos

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